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Pesq.III 2011-2013 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo   
Qui, 30 de Janeiro de 2014 20:50

Pesq.III 2011-2013

 

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Última atualização em Qui, 30 de Janeiro de 2014 20:55
 
A tendência ao aquecimento global antrópico: análise expressa em seis livros didáticos de Geografia do Ensino Fundamental PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 08 de Setembro de 2013 15:40

Esta pesquisa analisou seis  livros didáticos de Geografia do Ensino Fundamental nos

anos compreendidos entre 1994 e 2006,  onde foi verificada  a recorrência do  assunto

“aquecimento  global”  nos conteúdos dos capítulos destinados ao clima,  à luz da  discussão

entre  ‘céticos’  e  ‘aquecimentistas’  sobre os  responsáveis pelo  suposto aquecimento do

planeta.

 

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Notas sobre o Problema da Classificação dos Tipos de Tempo (types of weather) na Geografia Brasileira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 08 de Setembro de 2013 15:38

 

A proposta central deste trabalho é tão somente resgatar uma discussão

que foi fundamental ao longo do desenvolvimento da climatologia brasileira, no

entanto, têm sido pouco explorada nas últimas décadas. Tal fato pode passar a

idéia de que a discussão em questão foi superada ou concluída, porém temos a

impressão de que, na realidade, ela foi suspensa. Dessa forma, o resgate que se

pretende fazer aborda a “classificação genética dos tipos de tempo”, proposta

defendida, no Brasil, inicialmente por Sampaio Ferraz (1945)

1

. Essa questão

tornou-se fundamental para a climatologia brasileira ao ser adotada e divulgada

por Monteiro (1962), que, baseado nas idéias de Ferraz, elaborou diversos

programas de pesquisa para desenvolvimento e aperfeiçoamento de uma

metodologia adequada para essa temática. Propondo enfim a “análise rítmica”,

que, como é de conhecimento geral, acabou por formar escola nos principais

centros de pesquisa em climatologia do país. Em contrapartida temos o trabalho

de Toledo (1973), que também busca trabalhar com a classificação dos tipos de

tempo, mas por outra metodologia que não a de Monteiro, e acreditamos que

seja, senão o único, ao menos o principal, no âmbito da Geografia brasileira, a

buscar uma abordagem quantitativa sobre o assunto.

Assim, para uma contextualização adequada do tema será feito um breve

recorte histórico a fim de indicar quais elementos  foram essenciais para o

desenvolvimento desta questão dentro da climatologia, sobretudo nos estudos

brasileiros. Nessa retrospectiva nos deparamos com uma série de “confusões”

quanto a alguns termos, em especifico sobre a geografia teorética e/ou

quantitativa e sobre a climatologia dinâmica. Ou seja, nas leituras realizadas até

o momento não foi possível identificar claramente certo consenso quanto ao

significado destes termos, conseqüentemente, diferindo em muito os conteúdos

que estes encerram. Como tais conceitos não constituem o cerne do presente

trabalho, as dificuldades e diferentes abordagens encontradas serão apenas

apresentadas e não aprofundadas, embora acreditemos que o assunto mereça

maior atenção.

Soma-se aos argumentos aqui apresentados o fato de  que na literatura

internacional a discussão acerca da classificação dos tipos de tempo se mostra

bastante viva, apresentando diversos avanços, sobretudo metodológicos, que

raramente são incorporados, ou mesmo citados, nos estudos brasileiros.

 

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Geografia dos Biocombustíveis: Energia d(á) Vida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 08 de Setembro de 2013 15:39

A comunidade global se depara neste século com uma série de desafios

que parecem indicar o limite de sua expansão e desenvolvimento. Entre esses

desafios, encontram-se as crises energética e ambiental, profundamente

interligadas.

A crise energética se deve ao fato da forma dominante de energia adotada

pelos países serem os hidrocarbonetos não-renováveis, em especial o petróleo.

Por não ser reprodutível  é um recurso energético que já nasce com limitantes

geológicas naturais. Mas o aumento espetacular de seu consumo nas últimas

décadas, chegando até a superar a velocidade da descoberta de novas reservas,

somado ao custo cada vez maior de explorar reservas  novas mais distantes e

profundas, elevam cada vez mais o seu preço no mercado internacional,

inflacionando a economia como um todo, uma vez que o petróleo em quase

onipresente como insumo produtivo.

A essa limitante econômica se adiciona uma limitante ecológica, que

tende a se fortalecer cada vez mais com a conscientização da sociedade global

das vulnerabilidades ambientais a ponto de até ultrapassar a limitante econômica

ao uso do petróleo.

Como possível resposta a crise, surgem os biocombustíveis, como uma

possibilidade aberta pelas tecnologias do presente século e capaz de fornecer

energia renovável, abundante, e limpa.

Mas como toda forma de energia os biocombustíveis derivados da

biomassa também encontram suas limitantes econômicas e ecológicas, de outra

ordem em relação ao petróleo, o que deixa às autoridades políticas uma dúvida

sobre qual o melhor caminho a seguir.

O presente estudo procura compreender se as vantagens de um uso maior

dos biocombustíveis na matriz-energética são maiores que as desvantagens da

continuidade do uso do petróleo, bem como possíveis conflitos que podem

surgir dependendo de tal escolha.

 

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A INFLUÊNCIA DO SOL NO CLIMA TERRESTRE PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 08 de Setembro de 2013 15:36

Analisar o papel do Sol no clima terrestre de forma científica e crítica. A

partir destes pontos teóricos, argumentar  as diferenças escalares entre a

influência humana e a deste grande astro no clima terrestre.

O intuito é poder, a partir destas informações, discutir sobre a realidade

do dito “aquecimento global antropogênico”, com justificativas científicas

importantes para refutar esta ideia e mostrar que mudanças no clima terrestre

são naturais e independentes da ação humana.

 

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