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A construção do conceito de “tipos de tempo” entre os séculos XVII e XXI, no âmbito das Ciências Atmosféricas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Sex, 09 de Janeiro de 2015 20:26

O presente trabalho destina-se a investigação do conceito de tipos de tempo,

largamente utilizado na Climatologia Dinâmica, porém sua definição e aplicação

ainda constituem obstáculos significativos para a Climatologia. Nesse contexto, a

proposta colocada tem como finalidade estudar o conceito de tipos de tempo a partir

de uma história das idéias, buscando suas origens e diferentes concepções teóricas

e operacionais relacionadas. Destaca-se a preocupação com a delimitação das

escalas espaciais e temporais do referido conceito e suas integrações, visando uma

compreensão mais adequada deste conceito.

 

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NEVOEIRO E DINÂMICA ATMOSFÉRICA – UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO SOBRE OCORRÊNCIAS DE NEVOEIRO NO AERÓDROMO DA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA – PIRASSUNUNGA/SP PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Sex, 09 de Janeiro de 2015 20:23

O objetivo desta pesquisa é o estudo da dinâmica climática e dos tipos de tempo

responsáveis pela gênese de nevoeiro no aeródromo da Academia da Força Aérea - AFA,

localizado na região de Pirassununga/SP,  nas coordenadas 21º59’07” S, 47º20’06” O e

altitude 600 m. Foi aplicada a metodologia de análise rítmica proposta por Monteiro (1971),

ao período de maior ocorrência do fenômeno – abril, maio, junho e julho -, durante três anos-

padrão (habitual, excepcional de alta ocorrência e excepcional de baixa ocorrência). Na

primeira parte deste trabalho foi realizada a estatística descritiva das ocorrências de nevoeiro e

a caracterização de sua distribuição temporal durante de 20 anos (1989 a 2008). A escolha dos

anos-padrão foi realizada por técnicas estatísticas aplicadas ao período de maior ocorrência do

fenômeno. A segunda parte do trabalho consistiu  na aplicação da análise rítmica aos anos

escolhidos como padrão para o aeródromo - 2003 (habitual), 2008 (excepcional de alta

ocorrência) e 2005 (excepcional de baixa ocorrência). Como resultado, constatou-se que os

tipos de tempo geradores de nevoeiro ocorreram, preferencialmente, sob o domínio da Massa

Polar Atlântica. Sequências de tipos de tempo desencadeadas após a passagem da Frente Polar

Atlântica ou do domínio da Massa Polar Atlântica com Linha de Instabilidade contribuíram,

também, para a gênese de nevoeiro no local.

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Pesq.III 2011-2013 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo   
Qui, 30 de Janeiro de 2014 20:50

Pesq.III 2011-2013

 

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Última atualização em Qui, 30 de Janeiro de 2014 20:55
 
APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO NO ÂMBITO DO PROTOCOLO DE QUIOTO E NA QUESTÃO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Sex, 09 de Janeiro de 2015 20:16

Inicialmente, o objetivo primordial deste trabalho  seria a análise acerca dos métodos de

flexibilização para o alcance das metas de emissão  de “gases estufa” no âmbito do Protocolo de

Quioto, sobretudo a circulação de créditos de carbono e suas características jurídicas. Ao fim,

buscar-se-ia provar que, com os mecanismos de flexibilização de metas de emissão e controle de

emissão já existentes no âmbito do Protocolo de Quioto, além daqueles criados paralelamente a este

tratado internacional, poder-se-ia alcançar avanços na qualidade de vida e na relação entre o

homem, a sociedade e o meio ambiente.

Se o direito tem como objetivo fundamental a regulação das relações sociais e,

consequentemente, a solução de conflitos entre os indivíduos, mister se faz o estudo aprofundado

dos fatores não jurídicos que geram litígios e conflitos sociais, os quais deverão ser solucionados no

âmbito do direito; afinal, impossível que se alcance soluções adequadas a problemas que não se

conhece profundamente.

A partir deste entendimento, o presente trabalho buscou informações técnicas relativamente

aprofundadas em climatologia, afim de mais bem abordar os conceitos específicos que geram

inúmeras consequências de cunho político e jurídico, tanto em âmbito internacional, quanto em

nacional.

Em decorrência do aprofundamento dos estudos em climatologia, a abordagem e mesmo o

escopo do presente trabalho foram bastante modificados. Conforme desenvolvido nos próximos

capítulos, há convincentes argumentos no sentido de que as mudanças climáticas – e o aquecimento

global – ainda que cientificamente possíveis, provavelmente não são causadas diretamente pela

ação humana, dado que as forçantes naturais de alteração do clima seriam de ordem de grandeza

muito superior à capacidade do homem de causar qualquer alteração climática em escala global.

Isto significa, por exemplo, que mesmo que o ser humano triplicasse emissão de gás carbônico, tal

ato não seria causa de qualquer alteração significativa na temperatura do planeta como um todo,

tampouco do derretimento das calotas polares, dentre outras consequências previstas por alguns

pesquisadores.

Entretanto, a falta de consenso e certeza científica acerca das mudanças climáticas

antrópicas não justificam a inação por parte de agentes privados e públicos, conforme dispõe o

Princípio da Precaução, consagrado pela Declaração do Rio de Janeiro de 1992.

Tendo por base este princípio, inúmeras medidas têm sido tomadas a fim de evitar as

possíveis catástrofes climáticas previstas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças

Climáticas da ONU, destacando-se entre elas a elaboração do Protocolo de Quioto, documento com

força de Tratado Internacional, no qual foram elaborados diversos mecanismos de mitigação e

diminuição de emissões de gases que supostamente contribuem para o agravamento do efeito estufa

e, consequentemente, para o aumento das temperaturas em nosso planeta.

As atenções do presente trabalho voltam-se, então,  para a análise dos mecanismos de

mitigação de emissão dos gases de efeito estufa propostos no âmbito do Protocolo de Quioto – com

ênfase às questões políticas envolvidas –, bem como do conceito e métodos de aplicação dos

princípios do direito ambiental, sobretudo do princípio da precaução, o qual legitima estas ações

mitigatórias, ainda que não haja certeza nem consenso científico acerca das questões naturais que as

justificam.

Portanto, busca-se nesse estudo analisar a validade e a importância do Princípio da

Precaução, a forma como é aplicado, bem como os parâmetros técnicos no qual se baseiam as

medidas mitigatórias legitimadas por este princípio; afinal a utilização negligente deste princípio

pode vir a trazer mais malefícios do que benefícios a diversas sociedades.

 

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A tendência ao aquecimento global antrópico: análise expressa em seis livros didáticos de Geografia do Ensino Fundamental PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 13
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Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 08 de Setembro de 2013 15:40

Esta pesquisa analisou seis  livros didáticos de Geografia do Ensino Fundamental nos

anos compreendidos entre 1994 e 2006,  onde foi verificada  a recorrência do  assunto

“aquecimento  global”  nos conteúdos dos capítulos destinados ao clima,  à luz da  discussão

entre  ‘céticos’  e  ‘aquecimentistas’  sobre os  responsáveis pelo  suposto aquecimento do

planeta.

 

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