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Aquecimento Global: ciência ou religião? PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Equipe Fakeclimate   
Dom, 13 de Maio de 2012 21:11

 

 

O início do século XXI foi marcado pelas discussões sobre a participação humana numa das maiores pseudocatástrofes já anunciadas: o Aquecimento Global. Fomos sumariamente condenados por estarmos aumentando a temperatura do planeta devido ao lançamento de CO2 na atmosfera e não nos deram direito de defesa!

As pessoas foram divididas em dois grupos: os crédulos, aqueles que acreditam na culpa do homem; e os céticos, os que entendem que o clima planetário segue uma dinâmica natural, com alternância de ciclos de resfriamento e de aquecimento, e que não somos tão culpados.

O tema tomou dimensões que lembram muito as religiosas e uma nova inquisição se estabeleceu, só que agora climática. Porém, apesar de toda a dificuldade de exporem seus argumentos, os céticos têm tido cada vez mais espaço, e o livro do Prof. Gustavo M. Baptista esclarece como as oscilações naturais da atividade solar, dos oceanos, dos vulcões e de outros elementos interferem no comportamento da temperatura global; além de questionar o que existe de subjetivo no tema Aquecimento Global.

“Aquecimento Global: Ciência ou Religião?” começa com o entendimento dos principais pontos do Quarto Relatório de Avaliação (AR4) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas - IPCC; depois, parte para a compreensão dos três pilares do aquecimento global provocado pelo homem.

O livro busca também entender se está realmente tão quente para depois partir para a compreensão de alguns dos componentes naturais que regem o clima global, como os ciclos solares, os vulcões e as oscilações multidecadais dos oceanos e o El Niño Oscilação Sul; ainda destina-se à discussão dos aspectos relacionados ao dióxido de carbono (CO2) e o seu papel de vilão nessa história. Finalmente, com grande maestria, se discute a seguinte questão: Por que devemos acreditar no aquecimento global? A nova inquisição!

 

Ou você ousa desafiar o Aquecimento Global com o debate científico?

 

Sobre o autor

Gustavo Macedo de Mello Baptista é Professor Adjunto da Universidade de Brasília (UnB), atuando no Instituto de Geociências. Bacharel e licenciado em Geografia, o Prof. Gustavo tem Mestrado em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos pelo Departamento de Engenharia Civil da UnB e Doutorado em Geologia pela mesma universidade (IG/UnB). Atualmente, tem se dedicado aos estudos de recursos naturais, bem como os impactos ambientais decorrentes da atividade humana, por meio das geotecnologias.

 

 

 
Homenagem ao Aziz, um Geógrafo Cético ao AGA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Ter, 20 de Março de 2012 12:00

*24/10/1924      †16/03/2012

Veja entrevista aqui

Última atualização em Ter, 20 de Março de 2012 18:26
 
URGENTE!!!!!!!! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Qua, 23 de Fevereiro de 2011 02:37

Câmara dos Deputados dos EUA vota (244 a 179) pelo

fim do financiamento governamental ao IPCC (clique aqui)

Última atualização em Qua, 23 de Fevereiro de 2011 02:43
 
Carta ao Conar PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Equipe Fakeclimate   
Sex, 24 de Junho de 2011 17:35

Prezados Senhores do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária -
Conar,

Em função da recente revisão das normas para a publicidade que contenha
apelos de sustentabilidade, gostaria de observar e sugerir a supressão de
expressões como "economia de baixo carbono", "produção de baixo carbono",
"redução de emissões de carbono", "economia verde ou de baixo carbono", e
todas as demais que façam menção à redução das emissões de carbono e sua
relação com a sustentabilidade e/ou mudanças climáticas da propaganda, já
que elas não seguem os princípios estabelecidos no Parágrafo Único da
Cláusula 36: veracidade, exatidão, pertinência e relevância. Uma eventual
redução das emissões de carbono em nada contribui para a questão da
sustentabilidade, senão o contrário. A tese de que o CO2 (dióxido de
carbono) produzido pela atividade humana traz malefícios não se sustenta. O
CO2 não é um poluente. O CO2 e a água são essenciais para a fotossíntese e
para a vida, tal e como a conhecemos. Existem inúmeros trabalhos científicos
há décadas que mostram que o incremento da concentração de CO2 na atmosfera
se traduz em maior produção agrícola, mais desenvolvimento das plantas em
geral, que por sua vez alimentam todos os ecossistemas. O CO2 é o mais
importante fertilizante natural para as plantas. A concentração de CO2 na
atmosfera hoje é da ordem de 380 ppm (0,038%) e a contribuição das
atividades humanas está em torno de 4% do total de CO2 que é produzido pela
natureza, naturalmente. Não há evidências que demonstrem qualquer relação
causal entre a variação da concentração de CO2 na atmosfera e eventuais
mudanças no clima, senão o contrário. "Mudanças climáticas" é um pleonasmo.
Nunca houve, não há, e muito provavelmente jamais haverá um clima estático.
A amplitude das variações naturais que já ocorreram no clima da Terra são
enormes, e muito provavelmente continuarão a ser, independentemente de nós,
humanos.

Atenciosamente,

Mario de Carvalho Fontes Neto,
Engenheiro Agrônomo

Última atualização em Sex, 24 de Junho de 2011 17:39
 
Manual dos Céticos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Equipe Fakeclimate   
Sáb, 31 de Outubro de 2009 04:57

 

Última atualização em Dom, 13 de Maio de 2012 21:28